Astronômos preveem colisão de Via Láctea com galáxia vizinha

Ilustração mostra como seria o céu dentro de 3,75 bilhões de anos; Andrômeda (à esq.) preenche a vista e começa a distorcer a posição da nossa Via Láctea. [Créditos: NASA]


Astrônomos estão usando o telescópio espacial Hubble para determinar quando a Via Láctea irá colidir com Andrômeda, sua galáxia vizinha.
As duas galáxias estão se aproximando devido à gravidade que exercem uma sobre a outra. Cientistas acreditam que elas começarão a se fundir dentro de 4 bilhões de anos.

E dentro de outros 2 bilhões de anos elas deverão ser uma única entidade.
Quando isso ocorrer, a posição do nosso sol será abalada, mas tanto o astro como os planetas que orbitam em torno dele enfrentam pouco risco de serem destruídos.
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Bactéria “alienígena” da NASA foi encontrada em lago na Califórnia

Olá pessoal, realmente fazia muito tempo que eu não aparecia por aqui para postar as notícias/artigos/imagens mais interessantes do mundo científico.
Acontece que estou em semana de provas na faculdade e com muito trabalho também, então fica meio difícil eu aparecer por aqui sempre.
Mas logo quando isso tudo acabar, eu vou me certificar de melhorar o site e trazer muito mais novidades.
O blog mudará de nome e também abrangerá tecnologia.

Mas enfim, hoje estou aqui para trazer um ótimo artigo da redação do Inovação Tecnológica.

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Amanhecer sobre o Lago Mono, no leste da Califórnia, local que pode marcar o início de uma nova era para a astrobiologia e para a biologia em geral. (Imagem: Science/AAAS)

Para quem esperava por ETs, a decepção foi geral. Mesmo quem especulou sobre bactérias extraterrestres deve ter ficado desencantado.

A NASA acaba de anunciar os resultados de um estudo que pode ter descoberto, na Terra, uma bactéria que, para sobreviver, não depende dos elementos químicos tradicionalmente associados à vida – e isto apontaria para a possibilidade de formas de vida no espaço diferentes da vida que conhecemos na Terra.

Busca por vida extraterrestre

Foram dias de intensas especulações depois que a NASA anunciou, no dia 29 de Novembro, que faria uma conferência hoje “para discutir uma descoberta em astrobiologia que irá impactar a busca por evidências de vida extraterrestre”.

Quem leu com atenção e se fixou apenas nos termos usados pela agência espacial não alimentou muitas expectativas – a NASA falava em impactar a busca por vida, e não sobre a localização de vida extraterrestre.

Além disso, nenhum dos cientistas que estarão presentes na conferência que acontecerá daqui a pouco tem ligação com qualquer projeto em andamento que pudesse ter colhido evidências diretas de vida extraterrestre.

A imprensa já havia recebido o material com antecedência, sob a condição de não publicá-lo antes das 19h00 (horário de Brasília). Mas um site holandês quebrou o chamado “embargo” e a revista Science autorizou a publicação antecipada da notícia.

A expectativa pode ter ofuscado um pouco o brilho do achado – mas é um achado importante e, se confirmado por outros experimentos e por outros cientistas, expande o conceito de vida, ao menos nas condições necessárias para mantê-la.
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Planeta parecido com a Terra pode abrigar vida

A estrela Gliese 581 tem pelo menos seis planetas, um dos quais bem no meio da zona habitável, onde pode haver água e atmosfera.(Imagem: Lynette Cook/UCSC)

Uma equipe de caçadores de planetas liderada por astrônomos da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, e da Instituição Carnegie, de Washington, anunciaram a descoberta de um exoplaneta situado na “zona habitável” em volta de sua estrela.

O planeta, com três vezes a massa da Terra, orbita uma estrela relativamente próxima, a uma distância que o coloca bem no meio da zona habitável – a região cujas temperaturas permitem a existência de água líquida na superfície do planeta.

Exoplaneta habitável

Se as observações iniciais forem confirmadas, este pode ser o exoplaneta mais parecido com a Terra já descoberto e o primeiro forte candidato para ser potencialmente habitável.

Para os astrônomos, um planeta “potencialmente habitável” é um planeta capaz de sustentar a vida, mas não necessariamente seria algo que os humanos considerariam um lugar agradável para viver.

A habitabilidade depende de muitos fatores, mas a água líquida e uma atmosfera estão entre os mais importantes.

“Nossos resultados oferecem um caso muito convincente para um planeta potencialmente habitável,” disse Steven Vogt, membro da equipe. “O fato de termos sido capazes de detectar esse planeta tão rapidamente e tão perto nos diz que planetas como este devem ser muito comuns.”
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Marte pode ter sido um planeta azul, com um vasto oceano

Pesquisadores da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, divulgaram um estudo que traz grandes revelações. O hemisfério norte de Marte pode um dia ter abrigado um imenso oceano capaz de cobrir um terço de seu território. Em outras palavras, o ciclo hidrológico de Marte pode ter sido semelhante ao da Terra há 3,5 bilhões de anos.

Modelo matemático sugere como seria Marte há 3,5 bilhões de anos, com um vasto oceano cobrindo quase um terço da superfície do planeta. Crédito: Universidade do Colorado, EUA.

Os cientistas acreditam que o planeta vermelho já teve formação de nuvens, de gelo, de chuva, de água corrente e de acumulo de água no solo. Segundo o estudo, um oceano cobriu 36% do planeta com um volume de água equivalente a um décimo dos oceanos na Terra. Em uma simulação é possível ver a extensão das águas sobre o planeta.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram pela primeira vez a distribuição de sedimentos em dezenas de deltas e milhares de vales do planeta, além de toda topografia de Marte, e observaram que muitos deltas ficam em altitudes semelhantes, sugerindo que os rios desembocaram para um mesmo lugar.

A distribuição dos antigos deltas traça uma superfície em potencial para a presença de um vasto oceano nas planícies do norte do planeta. 29 dos 52 deltas foram em algum momento conectados.

Essas constatações são a prova que os estudiosos precisavam. Pesquisas anteriores feitas a partir de sondas espaciais apontavam a possibilidade da existência de um oceano em Marte, mas as incertezas nas investigações continuavam por décadas.

“Na Terra, deltas e lagos são excelentes coletores e depósitos de sinais de vida passada. Se alguma vez surgiu vida em Marte, os deltas podem ser a chave para desvendar o passado biológico do planeta”, afirmou Di Achille, um dos autores do estudo.

“Uma das principais questões que gostaríamos de responder é onde foi parar toda a água de Marte”, indaga Achille.

Leia também: Mistérios geológicos de Marte ganham nova explicação

Fonte: Apolo11

Como evitar ser abduzido por alienígenas

As vezes aparecem coisas tão hilárias que não podemos simplesmente passar despercebidos por ela.
Assim que eu vi esse post da Revista Super Interessante, na hora pensei “Esse tem que ir pro blog!”.
Eu acredito que possa existir vida inteligente em outros sistemas solares ou até mesmo em outras dimensões (principalmente em outras dimensões), mas sua forma e aparência eu desacredito que seja de algum jeito com que já tenhamos pensado.

Enfim… vamos às dicas da ufóloga Ann Druffel:

O que fazer se um dia você cruzar com uma dessas criaturinhas serelepes?!

Cientistas não costumam levar a sério a existência de ETs. Mas a ufologista Ann Druffel pesquisou o tema durante 40 anos e concluiu que, sim, as criaturinhas estão por aí. O objetivo delas? Estudar a estrutura do corpo humano. Como se defender? A tarefa não é simples…

1. O INIMIGO De acordo com relatos de pessoas atacadas no Arizona, aliens têm uma epiderme bastante fina, a ponto de ser possível ver os órgãos dentro do corpo. É uma camada transparente, que os deixa quase invisíveis.
2. FAÇA LUZ São raros os relatos de ataques diurnos, o que sugere que aliens não gostam de luz. Para evitar o encontro indesejado, deixe uma luz acesa em casa à noite. Também vale dormir com uma lanterna na mão.
3. USE SAL Relatos equiparam a pele dos ETs à da lagartixa. Testes mostraram que, nesses animais, o sal age como agente corrosivo da epiderme. E você com isso? Cerque a cama com sal se quiser manter os aliens longe.
4. CONSTRUA UMA GAIOLA Abduções costumam acontecer com os agressores bem próximos da vítima. Colocar sua cama numa gaiola com barras de ferro deve evitar a aproximação de seres indesejados.
5. LIGUE O VENTILADOR Um simples ventilador ligado pode ajudar a manter os aliens afastados. Segundo Ann, o barulho das pás em movimento interfere na capacidade extra-sensorial dos ETs.
ALERTA Não tente se comunicar com essas criaturas. Elas querem apenas fazer experiências físicas em humanos e não estão abertas ao diálogo. Em caso de abdução, o melhor é se defender. E, para isso, transformar seu quarto numa fortaleza à prova de alienígenas é um bom começo.

Post original do Super Interessante