Bactéria “alienígena” da NASA foi encontrada em lago na Califórnia

Olá pessoal, realmente fazia muito tempo que eu não aparecia por aqui para postar as notícias/artigos/imagens mais interessantes do mundo científico.
Acontece que estou em semana de provas na faculdade e com muito trabalho também, então fica meio difícil eu aparecer por aqui sempre.
Mas logo quando isso tudo acabar, eu vou me certificar de melhorar o site e trazer muito mais novidades.
O blog mudará de nome e também abrangerá tecnologia.

Mas enfim, hoje estou aqui para trazer um ótimo artigo da redação do Inovação Tecnológica.

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Amanhecer sobre o Lago Mono, no leste da Califórnia, local que pode marcar o início de uma nova era para a astrobiologia e para a biologia em geral. (Imagem: Science/AAAS)

Para quem esperava por ETs, a decepção foi geral. Mesmo quem especulou sobre bactérias extraterrestres deve ter ficado desencantado.

A NASA acaba de anunciar os resultados de um estudo que pode ter descoberto, na Terra, uma bactéria que, para sobreviver, não depende dos elementos químicos tradicionalmente associados à vida – e isto apontaria para a possibilidade de formas de vida no espaço diferentes da vida que conhecemos na Terra.

Busca por vida extraterrestre

Foram dias de intensas especulações depois que a NASA anunciou, no dia 29 de Novembro, que faria uma conferência hoje “para discutir uma descoberta em astrobiologia que irá impactar a busca por evidências de vida extraterrestre”.

Quem leu com atenção e se fixou apenas nos termos usados pela agência espacial não alimentou muitas expectativas – a NASA falava em impactar a busca por vida, e não sobre a localização de vida extraterrestre.

Além disso, nenhum dos cientistas que estarão presentes na conferência que acontecerá daqui a pouco tem ligação com qualquer projeto em andamento que pudesse ter colhido evidências diretas de vida extraterrestre.

A imprensa já havia recebido o material com antecedência, sob a condição de não publicá-lo antes das 19h00 (horário de Brasília). Mas um site holandês quebrou o chamado “embargo” e a revista Science autorizou a publicação antecipada da notícia.

A expectativa pode ter ofuscado um pouco o brilho do achado – mas é um achado importante e, se confirmado por outros experimentos e por outros cientistas, expande o conceito de vida, ao menos nas condições necessárias para mantê-la.
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Busca por ETs poderá focar inteligência artificial e máquinas pensantes

"Mas cerca de cem anos depois de inventar o rádio - pelo menos se nós formos nos usar como exemplo - você inventa máquinas pensantes. Nós provavelmente faremos isso neste século."(Imagem: NASA)

Máquinas pensantes

Um astrônomo que trabalha em um centro de pesquisa voltado para achar vida fora da Terra disse que a comunidade que procura por extraterrestres deveria voltar suas atenções para “máquinas pensantes”.

Para o astrônomo Seth Shostak, que trabalha no Search for Extraterrestrial Intelligence Institute (Seti, em inglês), na Califórnia, em vez de procurar por sinais biológicos de vida alienígena, os cientistas deveriam buscar indícios de inteligência artificial.

Alguns cientistas do Seti argumentam que, em outros planetas, a vida pode ter-se desenvolvido seguindo padrões químicos e biológicos completamente distintos dos encontrados na Terra.

No entanto, para outros pesquisadores, algumas leis de bioquímica seriam universais, e os extraterrestres teriam um ciclo de vida semelhante ao humano, com nascimento, procriação e morte. Para esta corrente, também haveria evolução de espécies entre os extraterrestres, exatamente como acontece com a vida na Terra.

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Como evitar ser abduzido por alienígenas

As vezes aparecem coisas tão hilárias que não podemos simplesmente passar despercebidos por ela.
Assim que eu vi esse post da Revista Super Interessante, na hora pensei “Esse tem que ir pro blog!”.
Eu acredito que possa existir vida inteligente em outros sistemas solares ou até mesmo em outras dimensões (principalmente em outras dimensões), mas sua forma e aparência eu desacredito que seja de algum jeito com que já tenhamos pensado.

Enfim… vamos às dicas da ufóloga Ann Druffel:

O que fazer se um dia você cruzar com uma dessas criaturinhas serelepes?!

Cientistas não costumam levar a sério a existência de ETs. Mas a ufologista Ann Druffel pesquisou o tema durante 40 anos e concluiu que, sim, as criaturinhas estão por aí. O objetivo delas? Estudar a estrutura do corpo humano. Como se defender? A tarefa não é simples…

1. O INIMIGO De acordo com relatos de pessoas atacadas no Arizona, aliens têm uma epiderme bastante fina, a ponto de ser possível ver os órgãos dentro do corpo. É uma camada transparente, que os deixa quase invisíveis.
2. FAÇA LUZ São raros os relatos de ataques diurnos, o que sugere que aliens não gostam de luz. Para evitar o encontro indesejado, deixe uma luz acesa em casa à noite. Também vale dormir com uma lanterna na mão.
3. USE SAL Relatos equiparam a pele dos ETs à da lagartixa. Testes mostraram que, nesses animais, o sal age como agente corrosivo da epiderme. E você com isso? Cerque a cama com sal se quiser manter os aliens longe.
4. CONSTRUA UMA GAIOLA Abduções costumam acontecer com os agressores bem próximos da vítima. Colocar sua cama numa gaiola com barras de ferro deve evitar a aproximação de seres indesejados.
5. LIGUE O VENTILADOR Um simples ventilador ligado pode ajudar a manter os aliens afastados. Segundo Ann, o barulho das pás em movimento interfere na capacidade extra-sensorial dos ETs.
ALERTA Não tente se comunicar com essas criaturas. Elas querem apenas fazer experiências físicas em humanos e não estão abertas ao diálogo. Em caso de abdução, o melhor é se defender. E, para isso, transformar seu quarto numa fortaleza à prova de alienígenas é um bom começo.

Post original do Super Interessante

Stephen Hawking diz que humanidade deve evitar contato com alienígenas

Hawking diz que é perfeitamente racional acreditar que pode existir vida fora da Terra, mas adverte que os alienígenas podem simplesmente roubar os recursos do planeta e irem embora. (Imagem: BBC)

Alienígenas predadores

O renomado físico britânico Stephen Hawking sugeriu que os seres humanos devem evitar fazer contato com seres extraterrestres.

Em uma série de documentários a ser exibida em maio no Discovery Channel, Hawking diz que é “perfeitamente racional” acreditar que pode existir vida fora da Terra, mas adverte que os alienígenas podem simplesmente roubar os recursos do planeta e irem embora.

No passado, foram enviadas sondas para o espaço levando artefatos com diagramas e desenhos mostrando a localização da Terra.

Exemplo humano

“Se os alienígenas nos visitassem, as consequências seriam semelhantes às (que aconteceram) quando (Cristóvão) Colombo desembarcou na América, algo que não acabou bem para os nativos”, afirma.

“Nós só temos que olhar para nós mesmos para ver como vida inteligente pode evoluir para alguma coisa que não gostaríamos de encontrar.”

Aparência dos ETs

Hawking diz que a probabilidade matemática é de que existam seres vivos em outros lugares do universo mas “o verdadeiro desafio é imaginar como poderia ser a aparência dos alienígenas”.

O programa especula sobre várias espécies de extraterrestres, inclusive herbívoros de duas patas e predadores semelhantes a lagartos.

Hawking admite, contudo, que a maior parte dos seres em outras partes do universo provavelmente não passará de micróbios.

Vida fora da Terra

Em uma série exibida recentemente na TV da BBC – Wonders of the Solar System (Maravilhas do Sistema Solar) – o físico britânico da Universidade de Manchester, Brian Cox, também sugeriu que pode haver vida em outra parte do nosso sistema solar.

Segundo Cox, pode haver organismos sob a camada de gelo que envolve Europa, uma das luas de Júpiter. A sonda Cassini identificou “ingredientes da vida” na lua Encélado, de Saturno.

Cox afirmou que aumentam os indícios de que pode haver vida em Marte. “Nós só saberemos com certeza quando a próxima geração de naves espaciais, adaptadas para procurar vida, for lançada para as luas de Júpiter e as planícies áridas de Marte nas próximas décadas.” Cientistas brasileiros também afirmam que é possível haver vida na lua de Saturno.

O Dr. David Kipping, da Universidade College London, defende que vida fora da Terra pode estar nas luas dos planetas extrassolares.

Cientistas austríacos estão estudando as possibilidades da existência de vidas exóticas no espaço, diferentes da vida que conhecemos na Terra.

Em uma reunião internacional, que juntou 2 mil astrônomos de 70 países no Rio de Janeiro em 2009, defendeu-se que a busca por vida fora da Terra será o foco das pesquisas espaciais no futuro próximo.

Do Inovação Tecnológica

O sinal Wow e a busca por inteligência extraterrestre

Não é segredo para ninguém que diversos cientistas se dedicam a tentar contato com outras civilizações em outros planetas, mesmo que estejam há muitos anos-luz de distância. Para isso usam poderosos radiotelescópios, que tentam detectar algum sinal “não natural” vindo de algum ponto do espaço. É uma busca ingrata e demorada, que até hoje não apresentou nenhuma prova da existência de inteligência extraterrestre. No entanto, em 1977, um misterioso sinal foi recebido aqui na Terra e é considerado até hoje o único sinal que possa ter sido emitido por uma civilização distante.

Anotação do radio astrônomo Jerry Ehman ao lado dos códigos de intensidade do sinal captado em 15 de agosto de 1977.

Era 15 de agosto de 1977 e como fazia todas as noites, o radio-astrônomo Jerry Ehman analisava os dados captados pelo radiotelescópio Big Ear, ou “Orelhão”, da Universidade de Ohio.

Como de costume, a maioria dos sinais captados já eram bem conhecidos do pesquisador e não passavam de emissões provenientes de galáxias e satélites. De repente, um fraco sinal diferente dos demais começou a aumentar gradualmente de intensidade até atingir o pico, decaindo e desaparecendo em seguida. O tempo total de detecção foi de exatos 72 segundos e sua intensidade era tão grande que ultrapassou o limite da escala preparada para as observações.

Pego de surpresa e sem muito tempo para analisar cientificamente o fato, Ehman escreveu ao lado dos códigos que representavam os sinais, na folha impressa pelo computador, a intensidade do evento que acabara de presenciar: “WOW !”

Analisando a posição da antena, conclui-se que as ondas eletromagnéticas detectadas eram provenientes da constelação de Sagitário e tinha a freqüência de 1420.4556 MHz, correspondente à famosa linha de 21 cm do hidrogênio, também chamada de “janela da água” em radioastronomia.

Radiotelescópio Big Ear, no campus da Universidade de Ohio. As antenas originais foram desmontadas em 1998. Crédito: Projeto SETI - Search for Extra-Terrestrial Intelligence.

A estrela mais próxima que existe naquela direção está a pelo menos 220 anos-luz de distância. Desse modo, se o sinal partiu mesmo daquela região, foi um evento astronômico de gigantesca potência e que até hoje não foi identificado pelos cientistas.

Sinal Diferente

No entanto, o que mais intrigou os pesquisadores e tornou o sinal “wow” particularmente interessante, foi o modo como cresceu e diminui de intensidade durante os 72 segundos de duração. Por que?

O radiotelescópio Big Ear não é giratório e sim fixo no solo. Seu movimento de varredura é dado pela própria rotação da Terra e capta os sinais provenientes do espaço através de um feixe de recepção bastante estreito apontado para o infinito. Como em todas as antenas parabólicas ou direcionais, a sensibilidade é maior na região central do feixe, diminuindo nas laterais. Assim, sempre que uma fonte de rádio vinda do espaço cruzava o radiotelescópio, essa aumentava de intensidade quando a rotação da Terra trazia o sinal para o centro do feixe e diminuía logo em seguida.

No caso do Big Ear, a largura desse feixe de recepção era extremamente estreita, com 8 minutos de arco e qualquer sinal que viesse do espaço levava sempre 72 segundos para atravessar o feixe. E foi exatamente isso o que ocorreu naquela noite.

Descartando hipóteses

Se o radiotelescópio tivesse sido alvo de algum sinal da Terra a intensidade iria crescer quase que imediatamente e diminuir também de forma abrupta. Por outro lado, se o sinal fosse proveniente de algum satélite terrestre também não apresentaria o intervalo de detecção de exatos 72 segundos.

Alguns poderiam supor que algum engraçadinho quisesse enganar os pesquisadores, simulando uma transmissão clandestina na faixa da linha do hidrogênio, mas dadas as características do sinal essa hipótese também foi descartada. Como explicado, a antena do radiotelescópio é fixa e possui o feixe de recepção extremamente estreito. Para se ter uma idéia, são necessários quase 6 minutos de varredura para cobrir uma região do céu de tamanho angular igual à Lua. Em outras palavras, o engraçadinho teria que ir ao espaço, permanecer imobilizado, ligar seu transmissor e esperar a Terra posicionar a antena do radiotelescópio à sua frente.

Para ser considerado como vindo de um ponto fixo no espaço, o sinal deveria crescer, atingir intensidade máxima e decair conforme a rotação da Terra movimentasse a antena. Além disso, deveria estar na freqüência da linha do hidrogênio, sugerida para tentar contatos extraterrestres. O sinal “WOW” cumpriu todos esses requisitos, caracterizando-o como uma verdadeira emissão vinda de uma fonte fixa do céu, mas de origem desconhecida.

Naquela ocasião, o próprio observatório levantou a hipótese de que o sinal poderia ser o reflexo de uma transmissão terrestre, rebatida em algum satélite geoestacionário, mas nenhum satélite encontrava-se naquela posição do céu no momento do evento.

Pelas razões apresentadas o sinal “Wow” é um forte candidato SETI (Search for Extra-Terrestrial Intelligence) já que ao que tudo indica, veio de fato do céu e não foi causado por interferência humana.

Dois feixes – Um Sinal

No entanto, um pequeno detalhe pode afetar o otimismo dos pesquisadores.

O radiotelescópio da Universidade de Ohio utilizava dois feixes para fazer a varredura, ambos situados lado a lado. Qualquer fonte de sinais que viesse do espaço seria captado no primeiro feixe por exatos 72 segundos e 3 minutos depois também seria detectada pelo segundo feixe por 72 segundos, mas isso não aconteceu.

Desde então, diversas experiências foram feitas em diversos comprimentos de ondas, sempre focadas na mesma direção do céu. Receptores mais sensíveis foram utilizados e diversos intervalos de tempo foram escolhidos na tentativa de se captar algum sinal periódico, mas desde 1977 nenhum sinal que chamasse a atenção foi detectado. Até agora, mais de 30 anos depois, não se chegou a uma explicação lógica sobre a origem do famoso sinal WOW.

Por que o Hidrogênio

Todos sabem que o hidrogênio é o elemento mais abundante do Universo. Sua freqüência natural de emissão é 1420.4556 MHz, também chamada de linha de 21 cm ou “janela da água”. Por ser o elemento em maior quantidade no universo, acredita-se que essa também seja a freqüência mais óbvia para se tentar algum contato com outras civilizações, tanto para transmissão como para recepção de sinais. Em 1977 o sinal WOW foi detectado exatamente nessa freqüência.